Máximos e mínimos em perspectiva espiral: da BNCC ao ensino superior pela lente da otimização

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35685/y94yef97

Palavras-chave:

BNCC, Máximos e mínimos, Otimização, Educação básica, Cálculo

Resumo

Este artigo apresenta uma proposta de ensino de máximos e mínimos de funções articulada às competências gerais e específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com foco na relevância da otimização em diferentes níveis de ensino: anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior. Partindo de uma estrutura didática originalmente concebida para cursos de graduação, a proposta é reinterpretada em perspectiva espiral, buscando estabelecer conexões progressivas entre problemas de otimização em contextos cotidianos, geométricos e funcionais. A fundamentação teórica inclui definições formais de máximos e mínimos, teoremas de Weierstrass e Fermat e o critério da segunda derivada, além de referenciais da educação matemática e da BNCC. São discutidas sugestões de atividades, estratégias de avaliação e possibilidades de adaptação a diferentes etapas escolares. Argumenta-se que a abordagem integrada de otimização pode contribuir para o desenvolvimento de competências de modelagem, resolução de problemas e pensamento crítico, fortalecendo o sentido de matemática aplicada na formação dos estudantes.

Biografia do Autor

  • Fernando Ricardo Moreira, Universidade Federal de Jataí

    Possui Graduação e Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Goiás e Doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia. 

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Publicado

2026-05-28

Como Citar

Máximos e mínimos em perspectiva espiral: da BNCC ao ensino superior pela lente da otimização. Revista Interação Interdisciplinar (ISSN: 2526-9550), [S. l.], v. 8, n. 1, p. 193–205, 2026. DOI: 10.35685/y94yef97. Disponível em: https://publicacoes.unifimes.edu.br:443/index.php/interacao/article/view/5931. Acesso em: 29 mai. 2026.