Máximos e mínimos em perspectiva espiral: da BNCC ao ensino superior pela lente da otimização
DOI :
https://doi.org/10.35685/y94yef97Mots-clés :
BNCC, Máximos e mínimos, Otimização, Educação básica, CálculoRésumé
Este artigo apresenta uma proposta de ensino de máximos e mínimos de funções articulada às competências gerais e específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com foco na relevância da otimização em diferentes níveis de ensino: anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior. Partindo de uma estrutura didática originalmente concebida para cursos de graduação, a proposta é reinterpretada em perspectiva espiral, buscando estabelecer conexões progressivas entre problemas de otimização em contextos cotidianos, geométricos e funcionais. A fundamentação teórica inclui definições formais de máximos e mínimos, teoremas de Weierstrass e Fermat e o critério da segunda derivada, além de referenciais da educação matemática e da BNCC. São discutidas sugestões de atividades, estratégias de avaliação e possibilidades de adaptação a diferentes etapas escolares. Argumenta-se que a abordagem integrada de otimização pode contribuir para o desenvolvimento de competências de modelagem, resolução de problemas e pensamento crítico, fortalecendo o sentido de matemática aplicada na formação dos estudantes.
Références
ALVES, É. F. Máximos e mínimos na perspectiva do ensino de matemática na atualidade. Dissertação (Mestrado em Matemática em Rede Nacional) – Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes, 2018.
BACICH, L.; MORAN, J. (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília, DF: MEC, 2018a. Disponível em: http://basenacionalcomumcurricular.mec.gov.br/. Acesso em: 9 fev. 2026.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Médio. Brasília, DF: MEC, 2018b. Disponível em: http://basenacionalcomumcurricular.mec.gov.br/. Acesso em: 9 fev. 2026.
BRUNER, J. S. The process of education. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1960.
CARDOSO, D. T. Máximos e mínimos: situações-problema com recursos dinâmicos. Produto Educacional (Mestrado em Ensino de Ciências, Matemática e Tecnologias) – Universidade do Estado de Santa Catarina, Joinville, 2018.
CERVANTES, A. Problemas de otimização em contextos reais. Revista de Educação Matemática, v. 12, n. 2, p. 45-60, 2021.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
KHAN, S. Um mundo, uma escola. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.
MENDES, A. F. Problemas de otimização: uma proposta para o Ensino Médio. Dissertação (Mestrado Profissional em Matemática) – Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2015.
NATIONAL COUNCIL OF TEACHERS OF MATHEMATICS (NCTM). Principles and standards for school mathematics. Reston, VA: NCTM, 2000.
PONTE, J. P.; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
SILVA, M. R. S. Conhecendo um pouco sobre otimização: do ensino médio ao ensino avançado. Dissertação (Mestrado em Matemática) – Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2018.
SKEMP, R. R. Mathematics in the primary school. London: Routledge, 1989.
STEWART, J. Cálculo. v. I. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
THOMAZ, A. A. F. Sala de aula invertida: uma proposta de ensino sobre máximos e mínimos. 2022. Dissertação (Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional – PROFMAT) – Universidade Federal de Jataí, Jataí, 2022.
VALENTE, J. A. Blended learning e as mudanças no ensino superior: a proposta da sala invertida. Educar em Revista, Curitiba, 2014.
Português (Brasil)
English
Español (España) 
