REDENÇÃO EM SAÚDE MENTAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE INTERVENÇÕES BASEADAS EM ESPERANÇA E AUTOPERDÃO NA DEPRESSÃO E TRANSTORNOS POR USO DE SUBSTÂNCIAS

Autores/as

  • Lucas Alves Mendonça Centro Universitário De Mineiros - Câmpus Trindade
  • Tanielly Paula Sousa
  • Karyna Gabriela Vieira Bonfim
  • Luís Augusto Vicentini

Palabras clave:

Redenção, Esperança, Autoperdão, Transtorno Depressivo Maior, Transtornos por Uso de Substâncias, Intervenção psicoterapêutica

Resumen

A desesperança e a culpa tóxica são barreiras persistentes no tratamento do Transtorno Depressivo Maior (TDM) e dos Transtornos por Uso de Substâncias (TUS). Esta revisão integrativa sintetizou evidências empíricas (2020–2025) sobre intervenções psicoterapêuticas com componentes estruturados de esperança ou autoperdão nesses transtornos. Conduzida conforme Whittemore e Knafl (2005), com busca em PubMed, PsycINFO e LILACS, relato PRISMA 2020 e síntese narrativa temática, incluíram-se 19 estudos. Intervenções baseadas na Hope Theory reduziram significativamente sintomas depressivos, mediadas pelo aumento da agência pessoal. Protocolos de autoperdão associaram-se à redução do uso de substâncias e da vergonha tóxica, promovendo reconstrução identitária. Achados qualitativos indicam que ambos os construtos operam como processos de “redenção moral”, essenciais à recuperação. Conclui-se que esperança e autoperdão são mecanismos terapêuticos estruturáveis, com suporte empírico crescente, cuja integração em protocolos clínicos pode humanizar e potencializar o tratamento de TDM e TUS, abordando a dimensão moral do sofrimento. Registro: Open Science Framework, 13/01/2026.

Referencias

Publicado

2026-09-09