O VENTO DAS FRONTEIRAS INVISÍVEIS
Abstract
O vento sempre chegava primeiro na pequena região rural de Santa Aurora. Ele vinha pelas pastagens, atravessava os currais, balançava as folhas das mangueiras antigas e carregava o cheiro úmido da terra recém-revolvida. Naquela parte do interior, onde as fazendas se espalhavam até onde os olhos podiam alcançar, a vida seguia ritmada pelos ciclos da chuva, do leite ordenhado ao amanhecer e pelo mugido distante do gado.
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Published
2026-09-09
Issue
Section
Produções Literárias