IMPACTO AMBIENTAL DA PRODUÇÃO DE SILAGEM DE CAPIM-ELEFANTE

Autores/as

  • rafagiacomelli Soares de Oliveira Unifimes
  • Bárbara Stefany Costa
  • Daiane Cristina Miranda Ferreira de Carvalho
  • Isabella Lima Martins
  • Lucas Caetano Luiz Santos
  • José Tiago Neves Neto

Palabras clave:

Fermentação lática, Sustentabilidade agropecuária, Efluentes, Gases de efeito estufa, Conservação de forragens

Resumen

A silagem é um método de conservação de forragens baseado no corte, picagem e armazenamento do material em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve seu valor nutritivo. Essa prática é fundamental na pecuária, pois assegura alimento de qualidade em períodos de escassez, especialmente durante a estação seca, quando há limitação na oferta de pastagens.

 

Biografía del autor/a

  • Bárbara Stefany Costa

    A silagem é um método de conservação de forragens que envolve corte, picagem e armazenamento em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve o valor nutritivo do alimento. Essa técnica é essencial na pecuária, pois garante fornecimento de alimento de qualidade durante períodos de escassez, especialmente na estação seca, quando a disponibilidade de pastagem é limitada. No Brasil, o capim-elefante é a espécie mais utilizada para silagem devido à elevada produtividade, alto teor de proteína e digestibilidade, além de boa capacidade de adaptação a diferentes solos e climas. Apesar dos benefícios, a produção de silagem apresenta potencial para gerar impactos ambientais, incluindo a emissão de gases de efeito estufa e a produção de efluentes líquidos com alta carga poluente. Essas consequências ainda carecem de investigação detalhada, o que dificulta a compreensão completa dos fatores que influenciam tanto a qualidade do alimento quanto a sustentabilidade do processo.O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a produção de silagem e seus impactos ambientais, destacando práticas de manejo que conciliem produtividade e sustentabilidade. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica em bases como SciELO, Google Acadêmico, além de análise de dissertações e artigos científicos em acervos digitais. O foco principal foi o capim-elefante, considerando suas características fermentativas, a produção de gases e efluentes e as estratégias para mitigação de impactos ambientais durante todo o processo de produção. Os resultados indicam que o cultivo do capim-elefante pode gerar emissões de óxido nitroso devido ao uso de adubos nitrogenados, além de impactos associados ao uso de herbicidas, pesticidas e à mecanização das lavouras. Durante a fermentação, ocorre liberação de dióxido de carbono e metano, gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. A elevada umidade e a capacidade tamponante do capim-elefante favorecem a produção de efluentes líquidos com grande potencial poluidor. Em condições de baixo teor de matéria seca (12–16%), a produção de efluentes pode ultrapassar 200 L por tonelada de material fresco, o que representa uma carga poluente equivalente à de cidades médias. Para reduzir esses impactos, destacam-se o uso de aditivos e boas práticas de manejo. Inoculantes bacterianos, como Lactobacillus plantarum, reduzem a produção de etanol, aumentam a estabilidade aeróbia e diminuem perdas de matéria seca. Estudos demonstraram que inoculantes homofermentativos reduziram perdas de 12,8 g kg⁻¹ MS (controle) para apenas 4,0 g kg⁻¹ MS. A pré-secagem do material também é eficaz: elevar o teor de matéria seca de 16,7% para 25,7% reduziu a produção de efluente de 250 L t⁻¹ para apenas 3 L t⁻¹. Além disso, o uso de absorventes (casca de café, farelo de cacau) reduz umidade e contaminação hídrica. Os impactos ambientais dependem do processo, não só da espécie. Colheita no ponto ideal, picagem, compactação, vedação e aditivos são essenciais. Manejo, tecnologias conservantes e diversificação asseguram qualidade e sustentabilidade da silagem de capim-elefante.

  • Daiane Cristina Miranda Ferreira de Carvalho

    A silagem é um método de conservação de forragens que envolve corte, picagem e armazenamento em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve o valor nutritivo do alimento. Essa técnica é essencial na pecuária, pois garante fornecimento de alimento de qualidade durante períodos de escassez, especialmente na estação seca, quando a disponibilidade de pastagem é limitada. No Brasil, o capim-elefante é a espécie mais utilizada para silagem devido à elevada produtividade, alto teor de proteína e digestibilidade, além de boa capacidade de adaptação a diferentes solos e climas. Apesar dos benefícios, a produção de silagem apresenta potencial para gerar impactos ambientais, incluindo a emissão de gases de efeito estufa e a produção de efluentes líquidos com alta carga poluente. Essas consequências ainda carecem de investigação detalhada, o que dificulta a compreensão completa dos fatores que influenciam tanto a qualidade do alimento quanto a sustentabilidade do processo.O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a produção de silagem e seus impactos ambientais, destacando práticas de manejo que conciliem produtividade e sustentabilidade. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica em bases como SciELO, Google Acadêmico, além de análise de dissertações e artigos científicos em acervos digitais. O foco principal foi o capim-elefante, considerando suas características fermentativas, a produção de gases e efluentes e as estratégias para mitigação de impactos ambientais durante todo o processo de produção. Os resultados indicam que o cultivo do capim-elefante pode gerar emissões de óxido nitroso devido ao uso de adubos nitrogenados, além de impactos associados ao uso de herbicidas, pesticidas e à mecanização das lavouras. Durante a fermentação, ocorre liberação de dióxido de carbono e metano, gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. A elevada umidade e a capacidade tamponante do capim-elefante favorecem a produção de efluentes líquidos com grande potencial poluidor. Em condições de baixo teor de matéria seca (12–16%), a produção de efluentes pode ultrapassar 200 L por tonelada de material fresco, o que representa uma carga poluente equivalente à de cidades médias. Para reduzir esses impactos, destacam-se o uso de aditivos e boas práticas de manejo. Inoculantes bacterianos, como Lactobacillus plantarum, reduzem a produção de etanol, aumentam a estabilidade aeróbia e diminuem perdas de matéria seca. Estudos demonstraram que inoculantes homofermentativos reduziram perdas de 12,8 g kg⁻¹ MS (controle) para apenas 4,0 g kg⁻¹ MS. A pré-secagem do material também é eficaz: elevar o teor de matéria seca de 16,7% para 25,7% reduziu a produção de efluente de 250 L t⁻¹ para apenas 3 L t⁻¹. Além disso, o uso de absorventes (casca de café, farelo de cacau) reduz umidade e contaminação hídrica. Os impactos ambientais dependem do processo, não só da espécie. Colheita no ponto ideal, picagem, compactação, vedação e aditivos são essenciais. Manejo, tecnologias conservantes e diversificação asseguram qualidade e sustentabilidade da silagem de capim-elefante.

     

  • Isabella Lima Martins

    A silagem é um método de conservação de forragens que envolve corte, picagem e armazenamento em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve o valor nutritivo do alimento. Essa técnica é essencial na pecuária, pois garante fornecimento de alimento de qualidade durante períodos de escassez, especialmente na estação seca, quando a disponibilidade de pastagem é limitada. No Brasil, o capim-elefante é a espécie mais utilizada para silagem devido à elevada produtividade, alto teor de proteína e digestibilidade, além de boa capacidade de adaptação a diferentes solos e climas. Apesar dos benefícios, a produção de silagem apresenta potencial para gerar impactos ambientais, incluindo a emissão de gases de efeito estufa e a produção de efluentes líquidos com alta carga poluente. Essas consequências ainda carecem de investigação detalhada, o que dificulta a compreensão completa dos fatores que influenciam tanto a qualidade do alimento quanto a sustentabilidade do processo.O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a produção de silagem e seus impactos ambientais, destacando práticas de manejo que conciliem produtividade e sustentabilidade. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica em bases como SciELO, Google Acadêmico, além de análise de dissertações e artigos científicos em acervos digitais. O foco principal foi o capim-elefante, considerando suas características fermentativas, a produção de gases e efluentes e as estratégias para mitigação de impactos ambientais durante todo o processo de produção. Os resultados indicam que o cultivo do capim-elefante pode gerar emissões de óxido nitroso devido ao uso de adubos nitrogenados, além de impactos associados ao uso de herbicidas, pesticidas e à mecanização das lavouras. Durante a fermentação, ocorre liberação de dióxido de carbono e metano, gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. A elevada umidade e a capacidade tamponante do capim-elefante favorecem a produção de efluentes líquidos com grande potencial poluidor. Em condições de baixo teor de matéria seca (12–16%), a produção de efluentes pode ultrapassar 200 L por tonelada de material fresco, o que representa uma carga poluente equivalente à de cidades médias. Para reduzir esses impactos, destacam-se o uso de aditivos e boas práticas de manejo. Inoculantes bacterianos, como Lactobacillus plantarum, reduzem a produção de etanol, aumentam a estabilidade aeróbia e diminuem perdas de matéria seca. Estudos demonstraram que inoculantes homofermentativos reduziram perdas de 12,8 g kg⁻¹ MS (controle) para apenas 4,0 g kg⁻¹ MS. A pré-secagem do material também é eficaz: elevar o teor de matéria seca de 16,7% para 25,7% reduziu a produção de efluente de 250 L t⁻¹ para apenas 3 L t⁻¹. Além disso, o uso de absorventes (casca de café, farelo de cacau) reduz umidade e contaminação hídrica. Os impactos ambientais dependem do processo, não só da espécie. Colheita no ponto ideal, picagem, compactação, vedação e aditivos são essenciais. Manejo, tecnologias conservantes e diversificação asseguram qualidade e sustentabilidade da silagem de capim-elefante.

     

  • Lucas Caetano Luiz Santos

    A silagem é um método de conservação de forragens que envolve corte, picagem e armazenamento em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve o valor nutritivo do alimento. Essa técnica é essencial na pecuária, pois garante fornecimento de alimento de qualidade durante períodos de escassez, especialmente na estação seca, quando a disponibilidade de pastagem é limitada. No Brasil, o capim-elefante é a espécie mais utilizada para silagem devido à elevada produtividade, alto teor de proteína e digestibilidade, além de boa capacidade de adaptação a diferentes solos e climas. Apesar dos benefícios, a produção de silagem apresenta potencial para gerar impactos ambientais, incluindo a emissão de gases de efeito estufa e a produção de efluentes líquidos com alta carga poluente. Essas consequências ainda carecem de investigação detalhada, o que dificulta a compreensão completa dos fatores que influenciam tanto a qualidade do alimento quanto a sustentabilidade do processo.O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a produção de silagem e seus impactos ambientais, destacando práticas de manejo que conciliem produtividade e sustentabilidade. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica em bases como SciELO, Google Acadêmico, além de análise de dissertações e artigos científicos em acervos digitais. O foco principal foi o capim-elefante, considerando suas características fermentativas, a produção de gases e efluentes e as estratégias para mitigação de impactos ambientais durante todo o processo de produção. Os resultados indicam que o cultivo do capim-elefante pode gerar emissões de óxido nitroso devido ao uso de adubos nitrogenados, além de impactos associados ao uso de herbicidas, pesticidas e à mecanização das lavouras. Durante a fermentação, ocorre liberação de dióxido de carbono e metano, gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. A elevada umidade e a capacidade tamponante do capim-elefante favorecem a produção de efluentes líquidos com grande potencial poluidor. Em condições de baixo teor de matéria seca (12–16%), a produção de efluentes pode ultrapassar 200 L por tonelada de material fresco, o que representa uma carga poluente equivalente à de cidades médias. Para reduzir esses impactos, destacam-se o uso de aditivos e boas práticas de manejo. Inoculantes bacterianos, como Lactobacillus plantarum, reduzem a produção de etanol, aumentam a estabilidade aeróbia e diminuem perdas de matéria seca. Estudos demonstraram que inoculantes homofermentativos reduziram perdas de 12,8 g kg⁻¹ MS (controle) para apenas 4,0 g kg⁻¹ MS. A pré-secagem do material também é eficaz: elevar o teor de matéria seca de 16,7% para 25,7% reduziu a produção de efluente de 250 L t⁻¹ para apenas 3 L t⁻¹. Além disso, o uso de absorventes (casca de café, farelo de cacau) reduz umidade e contaminação hídrica. Os impactos ambientais dependem do processo, não só da espécie. Colheita no ponto ideal, picagem, compactação, vedação e aditivos são essenciais. Manejo, tecnologias conservantes e diversificação asseguram qualidade e sustentabilidade da silagem de capim-elefante.

  • José Tiago Neves Neto

    A silagem é um método de conservação de forragens que envolve corte, picagem e armazenamento em ambiente anaeróbio, permitindo que a fermentação lática preserve o valor nutritivo do alimento. Essa técnica é essencial na pecuária, pois garante fornecimento de alimento de qualidade durante períodos de escassez, especialmente na estação seca, quando a disponibilidade de pastagem é limitada. No Brasil, o capim-elefante é a espécie mais utilizada para silagem devido à elevada produtividade, alto teor de proteína e digestibilidade, além de boa capacidade de adaptação a diferentes solos e climas. Apesar dos benefícios, a produção de silagem apresenta potencial para gerar impactos ambientais, incluindo a emissão de gases de efeito estufa e a produção de efluentes líquidos com alta carga poluente. Essas consequências ainda carecem de investigação detalhada, o que dificulta a compreensão completa dos fatores que influenciam tanto a qualidade do alimento quanto a sustentabilidade do processo.O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a produção de silagem e seus impactos ambientais, destacando práticas de manejo que conciliem produtividade e sustentabilidade. A pesquisa foi realizada por meio de revisão bibliográfica em bases como SciELO, Google Acadêmico, além de análise de dissertações e artigos científicos em acervos digitais. O foco principal foi o capim-elefante, considerando suas características fermentativas, a produção de gases e efluentes e as estratégias para mitigação de impactos ambientais durante todo o processo de produção. Os resultados indicam que o cultivo do capim-elefante pode gerar emissões de óxido nitroso devido ao uso de adubos nitrogenados, além de impactos associados ao uso de herbicidas, pesticidas e à mecanização das lavouras. Durante a fermentação, ocorre liberação de dióxido de carbono e metano, gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global. A elevada umidade e a capacidade tamponante do capim-elefante favorecem a produção de efluentes líquidos com grande potencial poluidor. Em condições de baixo teor de matéria seca (12–16%), a produção de efluentes pode ultrapassar 200 L por tonelada de material fresco, o que representa uma carga poluente equivalente à de cidades médias. Para reduzir esses impactos, destacam-se o uso de aditivos e boas práticas de manejo. Inoculantes bacterianos, como Lactobacillus plantarum, reduzem a produção de etanol, aumentam a estabilidade aeróbia e diminuem perdas de matéria seca. Estudos demonstraram que inoculantes homofermentativos reduziram perdas de 12,8 g kg⁻¹ MS (controle) para apenas 4,0 g kg⁻¹ MS. A pré-secagem do material também é eficaz: elevar o teor de matéria seca de 16,7% para 25,7% reduziu a produção de efluente de 250 L t⁻¹ para apenas 3 L t⁻¹. Além disso, o uso de absorventes (casca de café, farelo de cacau) reduz umidade e contaminação hídrica. Os impactos ambientais dependem do processo, não só da espécie. Colheita no ponto ideal, picagem, compactação, vedação e aditivos são essenciais. Manejo, tecnologias conservantes e diversificação asseguram qualidade e sustentabilidade da silagem de capim-elefante.

Referencias

Publicado

2026-02-27