CHOQUE HIPOVOLÊMICO SECUNDÁRIO A RUPTURA DE NEOPLASIA ESPLÊNICA

Autores/as

  • Nathalya Madureira Jesus Unifimes
  • Larissa Souza Pimentel
  • Camilly Vitória Gonçalves da Silva
  • Eduarda Alves Melquiades
  • Lucas Souza Quevedo

Palabras clave:

Colapso circulatório, Hipovolêmia, Volume Sanguíneo

Resumen

O choque hipovolêmico em cães decorre da redução aguda do volume intravascular efetivo, resultando em hipoperfusão tecidual e disfunção orgânica. Ele também pode ser descrito por uma sequela de um trauma em algumas doenças comumente observadas na prática de emergência, como insuficiência cardíaca, condições inflamatórias ou sepse. As principais vias etiológicas incluem perdas sanguíneas (hemorragias externas ou cavitarias), perdas de água e eletrólitos (vômito/diarreia, poliúria) e “third spacing” associado a inflamação/permeabilidade capilar aumentada (peritonites, pancreatite, efusões), além de queimaduras extensas e parasitismos severos. O presente trabalho tem como objetivo abordar os aspectos etiológicos do choque hipovolêmico em cães, destacando suas principais causas a fim de fornecer subsídios para o reconhecimento precoce da afecção e para a escolha da conduta clínica mais adequada. O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter exploratório, voltada a compilar informações sobre choque hipovolêmico em cães com ênfase nas causas e abordagens clínicas veterinárias. Independentemente da causa, o choque hipovolêmico deve ser considerado uma emergência médica, sendo a escolha da conduta diretamente relacionada à origem da perda volêmica, ao estado clínico do paciente e à resposta frente às medidas terapêuticas. Sendo uma das principais causas de morte em cães politraumatizados e em casos de hemorragia cavitaria, o reconhecimento precoce de alterações fisiológicas ou anormalidades compatíveis com hipovolemia é de extrema relevância, a fim de reduzir a mortalidade e garantir a sobrevida do animal.

Referencias

Publicado

2026-02-27