A TÉCNICA DE LIPOENXERTIA NAS CIRURGIAS DE MAMOPLASTIA DE AUMENTO

Autores

  • Pabline Delamano Franco Unifimes Trindade
  • Isabela Fernandes Alves
  • Juliana Evangelista Bezerril

Palavras-chave:

Lipoenxerto, Mamária, Silicone, Complicações

Resumo

O lipoenxerto visa diminuir os impactos negativos decorrentes das cirurgias estéticas e reconstrutivas mamárias, visto que o risco de rejeição imunológica e alérgica é baixo. Ela consiste na retirada de tecido adiposo do próprio paciente, por meio da lipoaspiração e a realocação para as mamas. O aprofundamento dessa técnica traz benefícios não só para a saúde particular das mulheres, como também para a saúde coletiva, uma vez que é crescente a procura pela mamoplastia de aumento. O uso desse procedimento alia segurança, com resultados positivos no âmbito da saúde e satisfação por parte das pacientes. Isso elucida o despertar atual do interesse mundial sobre as vantagens e desvantagens do método. De acordo com uma pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Estética (ISAPS) em 2017 foram realizadas 2.524.115 cirurgias para fim estético no Brasil, sendo a de aumento mamário uma das mais evidentes no cenário atual. Dentre as diferentes técnicas, a do implante de silicone é a mais popular entre os especialistas, entretanto a com o maior potencial para complicações pós-cirúrgicas. Os efeitos dos impasses dessa prática afetam não só a esfera individual da mulher, como também a social, trazendo frustração e constrangimento. Houve a procura por artigos científicos na plataforma Google Acadêmico, com os termos “lipoenxertia mamária” e na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica foram usados “complicações prótese mamária”, “cirurgia de mama Brasil” e “mamoplastia de aumento”. A pesquisa abordou a influência das complicações na saúde da mulher e o melhor método a ser abordado para evitar problemas e cirurgias secundárias. Concluiu-se baseado nas revisões da literatura, que a técnica de lipoenxertia merece destaque e maior aderência dos profissionais, uma vez que apresenta menores complicações cirúrgicas e baixo índice de rejeição pelo organismo das pacientes ocasionando consequentemente menores danos emocionais e psicológicos.  As pesquisas acerca do tema devem ser incentivadas, para resultados concretos e assim um maior aprimoramento da prática e maior divulgação.

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Publicado

2022-01-31